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Canela de Velho

Você Conhece Canela de Velho?

A canela de velho é uma planta cujo nome científico é Miconia albicans. Originada do Nordeste brasileiro, sendo possível encontra-lá nos estados da Bahia e Sergipe. É bastante estudada por suas propriedades medicinais e curativas assim como outras plantas do mesmo gênero.

Muito utilizada para tratamento de artrite, artrose, dores e inflamações das articulações e reumatismo.

Apresenta efeitos anti-inflamatório, proteção contra o desenvolvimento da neuropatia dolorosa. Na medicina popular possui efeitos contra doenças estomacais e intestinais (diarreia e gastrite).

Além de tudo isso, o uso da planta mostrou-se eficaz no tratamento de torção nos pés em adultos, assim como torcicolo, bursite, tendinite, dores na coluna, hérnia de disco e complicações do diabetes.

Como usar o chá?

  • Você vai precisar de 15 folhas da planta.
  • Coloque as folhas em 1 litro de água e deixe ferver por 30 segundos.
  • Desligue o fogo, tampe a panela e deixe descansar uns minutinhos.
  • Coe e tome duas xícaras por dia, antes do almoço e antes do jantar. E o sobrante use para banhar as áreas doloridas. Algumas pessoas indicam que se pode tomar até 3 xícaras ao dia.

Observação:

Para que a erva proporcione os benefícios desejados, é necessário que ela esteja verde. Verifique se a mesma não possui mofos. A forma ideal de conservação é em recipientes de lata, porcelana ou vidro, mas nunca em plástico.

Fonte:

CHÁ BENEFÍCIOS

GREENME

EMBRAPA – Miconia albicans

ALMEIDA, Fernando Henrique Oliveira de. Revisão sistemática da Miconia Albicans (sw.) Triana : uso tradicional, atividade farmacológica e outras atividades. 2016. Monografia (Bacharel em Farmácia) – Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Departamento de Farmácia, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2016.

Vasconcelos, M., Royo, V., Ferreira, D., et al. (2014). Atividades analgésicas e antiinflamatórias in vivo do ácido ursólico e do ácido oleanóico de Miconia albicans (Melastomataceae). Zeitschrift für Naturforschung C , 61 (7-8), pp. 477-482.

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